Enchendo o Carrinho
por Camila Ribeiro
Qual a diferença entre tomar Coca-Cola e Convenção, sendo que as duas são da mesma Companhia? Qual será a diferença entre dirigir
uma Ferrari e uma Mercedes? Qual é a diferença entre uma Chenson e uma Vitor Hugo? Por que permitimos ser monopolizados pelas marcas.
Acreditamos que seja pelo “status” fornecido ao uso de marcas hostilizadas e caríssimas, a aproximação que a marca tenha com a realidade do consumidor, a capacidade de convencimento que uma marca tenha em mostrar que ela pode satisfazer o cliente (seja pela sua qualidade de seu produto ou só pela sensação de bem estar em tê-la).
As marcas são frutos de nossa cultura (que descende do comportamento e necessidade humana), que estipula símbolos para representar a história de uma nação. O sistema capitalista impõe a super-valorização das marcas, pois “dá” lugar social de destaque (status) aos que possuem mais dinheiro, “dá” o direito de poder ter para si, aquilo que realmente queremos. Por isso temos uma eclosão demográfica consumista.
Tudo isso está nos destruindo aos poucos, em relação aos valores humanos. Pessoas são excluídas diariamente por não se enquadrarem nos padrões simbólicos que o texto publicitário expõe em um enorme conjunto de efeitos retóricos aos quais não faltam as figuras de linguagem, as técnicas argumentativas de raciocínio, vários fatores de origem psico-sociais-econômicas.
O maior perigo está em não sabermos quem somos, arriscamo-nos a perder nossa individualidade e ser influenciados por qualquer mensagem lançada a nossa vista. Fazendo-nos “encher o carrinho” de futilidades para preencher o vazio de nossa racionalidade, já que a alienação –num âmbito consumidor- vem aonde a estética seguida de empatia gera um crédito fazendo sentir a necessidade de ter tal produto de tal marca para satisfazê-lo.
uma Ferrari e uma Mercedes? Qual é a diferença entre uma Chenson e uma Vitor Hugo? Por que permitimos ser monopolizados pelas marcas.Acreditamos que seja pelo “status” fornecido ao uso de marcas hostilizadas e caríssimas, a aproximação que a marca tenha com a realidade do consumidor, a capacidade de convencimento que uma marca tenha em mostrar que ela pode satisfazer o cliente (seja pela sua qualidade de seu produto ou só pela sensação de bem estar em tê-la).
As marcas são frutos de nossa cultura (que descende do comportamento e necessidade humana), que estipula símbolos para representar a história de uma nação. O sistema capitalista impõe a super-valorização das marcas, pois “dá” lugar social de destaque (status) aos que possuem mais dinheiro, “dá” o direito de poder ter para si, aquilo que realmente queremos. Por isso temos uma eclosão demográfica consumista.
Tudo isso está nos destruindo aos poucos, em relação aos valores humanos. Pessoas são excluídas diariamente por não se enquadrarem nos padrões simbólicos que o texto publicitário expõe em um enorme conjunto de efeitos retóricos aos quais não faltam as figuras de linguagem, as técnicas argumentativas de raciocínio, vários fatores de origem psico-sociais-econômicas.
O maior perigo está em não sabermos quem somos, arriscamo-nos a perder nossa individualidade e ser influenciados por qualquer mensagem lançada a nossa vista. Fazendo-nos “encher o carrinho” de futilidades para preencher o vazio de nossa racionalidade, já que a alienação –num âmbito consumidor- vem aonde a estética seguida de empatia gera um crédito fazendo sentir a necessidade de ter tal produto de tal marca para satisfazê-lo.
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